Papai!

Hoje pedirei licença para falar sobre os papais. Desde que comecei a estudar e dar aulas sobre a saúde materno infantil, vejo na literatura a referência ao “binômio mãe bebê”. Sempre achei que os pais deveriam estar ali de alguma forma. Os papais de hoje também estão cumprindo um papel diferente dos de antigamente. A participação deles tornou-se mais ampla e fundamental. Desde que tive o Lucano, tenho vivenciado isso com muito prazer e alegria!

O Alberto é desses pais que está disponível, sabe? Independente de horários de trabalho e rotina, ele está internamente disponível. Isso é maravilhoso para o Lucano, pra nós dois como casal e pra mim como mãe. Quando o Lucano nasceu, pedi a ele que acompanhasse todos os segundos ao lado do filho, desde a vinda até mim até a higienização. Minha mãe observava pelo vidro da maternidade e se emocionou com a cena dos dois: Lucano recém chegado e Alberto conversando suavemente em seu ouvido e acariciando enquanto ele era pesado e medido, resultado: um bebezinho tranquilo, prestando atenção na voz do papai.

Quando chegamos em casa, fiz questão de deixar esse espaço de relação entre os dois, e o Alberto trocou a primeira fralda, deu os primeiros banhos, cortou a unha pela primeira vez...Eles brincam muito juntos, o pai canta pra ele, sabe ninar como ninguém e o Lucano olha com um sorriso seguro e feliz pro papy. Já que as mães têm o privilégio de viver a magia da gestação e da amamentação, acho importantíssimo que incentivemos os pais a estarem junto, fazendo parte dessa relação desde cedo.

E também acho que esse é um papel de mãe: dar espaço ao pai, deixa-lo fazer as coisas ao seu jeito, ajudá-lo a estar participante, pedir sua ajuda! Costumo dizer que o Alberto não me ajuda, ele é parte integrante, interdependente, fundamental para que todos nós estejamos bem e felizes! Por isso, apesar de não ser o dia dos pais, hoje é o dia do Pai do Lucano, e o vídeo de hoje vai para ele!

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